Temos objetivos audaciosos.
O primeiro deles é dar voz às vítimas. Se as estatísticas indicam - modestamente - cerca de 40 mil mortos por ano, temos pelo menos mais de uma centena de milhares de parentes e amigos que sofrem calado e eternamente essa dor. Se os números também relatam quase meio milhão de feridos no trânsito é legítimo estimar que, a cada ano, mais de um milhão de brasileiros sofrem as conseqüências terríveis da violência sobre rodas.
Queremos ser a voz dessa gente, solidários na dor e no registro de suas opiniões.
Outro objetivo é transformar a dor em ação. Fomos alcançados de forma profunda por uma agressão perfeitamente previsível e evitável.
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